
Aproveitando o facto de ter escolhido esta última semana para descansar um pouco das sevícias do emprego (segunda-feira é tempo de voltar a ser um dos dentes da engrenagem), aproveitei também para dar um digno impulso no meu fetiche mais inócuo e passar horas a fio vendo ou revendo películas e filmezinhos. Doravante, será este o meu amigo imaginário, companheiro de horas solitárias (ou não), mais ainda do que tinha sido até ao presente.
Uma das fitas (ou discos, neste caso) que voltei a visitar foi este 'A Dirty Shame', realizado por John Waters e com a participação de Tracey Ullman, Selma Blair, Chris Isaak e Johnny Knoxville (que apesar de fazer parte dos dementes Jackass, eu nunca me recordo do nome, aparentemente porque não sou gaja, segundo me foi dito pela minha amiga A.), entre outros.
Não vou estar aqui a encher linhas com considerações acerca do filme em si. Vou apenas dizer que os viciados em sexo são aqui homenageados (da mesma forma que os fanáticos da moral e bons costumes), que o cunílingus é referido praticamente a cada 30 segundos de filme (como é óbvio, exagero), e que algumas das suas referências mais capazes passam por:
cantar no desfiladeiro;
descobrir a ostra;
espirrar no repolho;
e
assobiar no escuro...
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